Anatel apreende 15,2 mil carregadores piratas; entenda os riscos

Ação teve apoio da Polícia Federal. Carga equivale a R$ 180 mil.

Por Filipe Garrett (colaboração) e Thássius Veloso (TechTudo)

Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) apreendeu R$ 180 mil em carregadores clandestinos comercializados na região da rua 25 de Março, grande centro de comércio popular em São Paulo. No total, foram 15.200 carregadores que, sem homologação, são considerados irregulares e podem até mesmo colocar a vida do usuário em risco. Numa das fotos é possível ver oferta de carregador de iPhone por R$ 12. O mesmo produto custa quase R$ 200 no site oficial da maçã.

A ação foi realizada na última quarta (16) e, parte do Plano de Ação de Combate à Pirataria (PACP), contou com a participação da Polícia Federal. A agência só divulgou o balanço nesta tarde.

A operação desta quarta não é isolada e vem na sequência de outra ação realizada em novembro. Naquela oportunidade, a Anatel coletou 11 mil carregadores irregulares – num valor estimado de R$ 160 mil – na capital, em São José do Rio Preto e em Ribeirão Preto.

Os riscos do carregador pirata

Carregadores sem homologação da Anatel não passaram por testes exigidos pela agência. São analisados o funcionamento e o nível de qualidade do produto de forma a garantir que ele satisfaz condições mínimas de segurança.

Um carregador clandestino pode danificar a bateria do celular e, em casos mais sérios, dar curto-circuito, ou mesmo superaquecer e iniciar incêndios e explosões. Carregadores clandestinos rápidos – em outras palavras, de alta potência – elevam esses riscos, já que fontes potentes tendem naturalmente a esquentar mais.

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