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Roy Lacerda

UM DIA HISTÓRICO


 

15 DE MARÇO DE 2015!!! A nação brasileira deu nas ruas do país, uma lição de civilidade; de patriotismo. Deu um 'senhor recado' aos governistas. Mostrou sua insatisfação de forma 'adulta e madura'. Desta vez, o 'gigante não só acordou, como levantou-se. Lamentamos que, O Planalto veio como o mesmissímo discurso de junho/julho de 2013; Parece até fita gravada. Ocorre que, se o Estado Brasileiro não tomar as medidas que se fazem necessárias, a nação voltará às ruas como mais força. Chega de bla´bla-blá! O povo não aguenta mais ser espoliado; massacrado e, pagar o 'pato'. Esta conta não nos pertence. Não adimitimos mais pagar pelos erros do Governo.
O alerta foi dado e de maneira firme. O brasileiro cansou-se de apertar o cinto e dizer amém!

O Brasil pode ser bem melhor!!! Só depende de nós.
Por: Roy Lacerda.

NAS RAIAS DA IDIOTIA


 

O desespero da Presidanta e ex-guerrilheira Dil, é tamanho com os acontecimentos contrários ao seu governo, (baixíssimo índice de popularidade), últrapassando ao do Presidente Collorido), que as declarações públicas dadas na última segunda-feira ao declarar: "Não respeito delatores" e comparando a situação aos tempos da guerrilha, beira às raias da idiotia. Delator guerrilheiro que é levado à tortura para confessar algo, é uma coisa. Delator que assina compromisso com a Justiça e tem a obrigatoriedade de comprovar sua delação com fatos e respectivos documentos, é outra completamente diferente. Até porque, se mentir, terá a pena dobrada. Portanto...

Por: Roy Lacerda.

TUDO COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES

Baixada a poeira das eleições, o país volta a viver seu cotidiano. A Presidanta quer desmontar 'palanques' e o senador Aècio quer defender oposição 'intransigente'. No âmbito das corrupções na Petrobras, o depoimentos do empresário Julio Camargo, sobre delação premiada á Justiça Federal, causa espanto e faz parecer irrelevantes (segundo fonte ligada as investigações) as revelações dos senhores Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef sobre o "Petrolão'. Ele não é apenas executivo da Toyo Setal, responsável por depósitos no exterior e convertidos em propina para políticos: "Ele é o coração do esquema, diz a fonte. O MPF acredita que ele, como figura central protagonizou a formação do cartel de grandes fornecedores da Petrobras que alimentaram o esquema. Ao propor delação premiada, executivo mostrou que a Operação Lava Jato, atingiu em cheio o alvo; tiro na môsca.

Milionário e apaixonado por cavalos, é tambem conhecido por levar seus 'puro-sangue em aviões climatizados gastando assim, 'rios' de dinheiro.

OBS: Matéria publicada em parceria com o MOMENTOBRASILCOM.BLOGSPOT.COM

 

O BLA-BLA-BLÁ DE SEMPRRE


"Faremos um combate sem tréguas à corrupção. Nosso país não pode manter a impunidade daqueles que cometem atos de corrupção. Não vou deixar pedra sobre pedra. Eu vou fazer questão que a sociedade brasileira saiba de tudo".
Assim declarou a Presidanta em pronunciamento público ontem. E porquê não o fez desde que a corrupção na Petrobras foi denunciada? Porquê só agora, após a reeleição 'pretende' tomar tal atitude? dIz um velho ditado popular: "gato escaldado, tem medo dágua fria'.
Já vimos esse filme, quando o ex-presidente, "o marolinha", afirmou: "cortarei na própria carne", referindo-se aos envolvidos no mensalão. Onde cortou a carne? Voltando às promessas presidenciais, qual delas foi cumprida pela "gerentona"?  que moral tem o Planalto para novas afirmações? Outro ditado: "Cada povo, tem o governo que merece".
Nós não acreditamos mais em duendes, sacis- perêrês ou em Papai Noel.

Por: ROY LACERDA.

PESQUISAS & PESQUISAS


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

È sabido por todos que a fonte maior de receitas dos meios de comunicações é o valor pago pelos Governos referente a peças publicitárias. Portanto, quem paga, escolhe a 'banda e a música'. Ou seja: as pesquisas de intenções de votos, são publicadas segundo os interesses de Governos.

A matéria abaixo, reflete fielmente esta afirmação.

 

 

 

 

 

 

 

Terceiro boletim do DataNunes desmente o Datafolha, prova que ‘empate técnico’ quer dizer ‘em cima do muro’ e constata que Aécio continua 10 pontos acima de Dilma.

logo-datanunes

Até recentemente, o Brasil esquecia a cada 15 anos o que havia acontecido nos 15 anos anteriores.O intervalo entre os surtos de amnésia foi dramaticamente reduzido.

No caso das pesquisas eleitorais, por exemplo, o país agora esquece a cada 15 dias o que aconteceu faz 15 dias. O afundamento do Datafolha e do Ibope consumado em 5 de outubro mal completou duas semanas. Mas parece mais antigo que o naufrágio do Titanic, informa a credulidade de incontáveis nativos reapresentados a levantamentos estatísticos que prenunciam a reprise do desastre.

A pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta segunda-feira é apenas outro chute de longa distância que vai mandar a bola às nuvens ou fazê-la roçar o pau de escanteio. Na sopa de algarismos servida pelo instituto na semana passada, Aécio Neves tinha 51% dos votos válidos e Dilma Rousseff, 49%. Nesta tarde, ela apareceu com 52% e ele com 48%. Quer dizer que a candidata à reeleição ultrapassou o adversário tucano e lidera a corrida?

Não necessariamente, previne a margem de erro de 2% (para cima ou para baixo). O que há é um “empate técnico”, expressão que quer dizer “em cima do muro”. Tanto ela quanto ele podem ganhar, descobriram os videntes de acampamento cigano. Em números absolutos, Dilma teria subido em quatro dias 4 milhões de votos. (Ou 2 milhões, murmura a margem de erro para baixo; ou 6 milhões, grita a margem de erro para cima).

Sejam quais forem as reais dimensões da multidão, é gente que não acaba mais. De onde teria saído? Das grutas dos indecisos ou dos porões que abrigam os que pretendem votar em branco é que não foi: segundo o mesmo Datafolha, esse mundaréu de eleitores não aumentou nem encolheu. Teriam legiões de aecistas resolvido mudar de lado? Pode ser que sim, avisa a margem de erro para cima. Pode ser que não, replica a margem de erro para baixo.

A coisa fica mais confusa quando se fecha a lente sobre as cinco regiões em que se divide o mapa nacional. Os dois institutos enxergam Aécio com vantagem considerável no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste. Dilma reina no Nordeste e vence no Norte. Seria esse patrimônio eleitoral suficientemente encorpado para impor-se ao restante do Brasil? Não, adverte a recontagem dos índices e eleitores de cada região. (“Nem que a vaca tussa”, diria a presidente cujo vocabulário anda tão refinado quanto o andar de John Wayne ao fim de um dia de filmagem especialmente exaustivo).

Os horizontes se turvam de vez com a contemplação isolada das unidades da federação. Sempre segundo as usinas de índices contraditórios, Aécio já superou Dilma no Rio Grande do Sul, equilibrou a disputa no Rio, assumiu a liderança em Minas Gerais, cresceu extraordinariamente em Pernambuco. Subiu em praticamente todos os Estados. Mas a soma dos levantamentos estaduais avisa que foi Dilma quem cresceu mais. As alquimias dos ibopes da vida, decididamente, não são acessíveis a cérebros normais.

Para acabar com a lengalenga, e botar ordem no bordel das porcentagens, o DataNunes acaba de divulgar o terceiro boletim sobre o segundo turno. Como se sabe, é o único instituto que, em vez de pesquisas, faz constatações, com margem de erro abaixo de zero e índice de confiança acima de 100%. Como o crescimento de Dilma no Nordeste foi neutralizado pelo avanço de Aécio nas demais regiões, os índices não mudaram: com 55%, o senador do PSDB continua 10 pontos percentuais à frente de Dilma, estacionada em 45%.

A troca de acusações intensificada nos últimos dias nada mudou. Os simpatizantes do PT não ficaram chocados com as agressões verbais de Dilma, nem estranharam o vocabulário de cabaré vagabundo usado por Lula. Sempre foi assim. Os partidários de Aécio, exaustos do bom-mocismo que contribuiu para a derrota de Serra em 2002 e 2010 e para o insucesso de Geraldo Alckmin em 2006, aplaudiram o desempenho do líder oposicionista.

Graças à altivez e à bravura de Aécio, pela primeira vez os vilões do faroeste não conseguiram roubar até a estrela do xerife. Pior: desafiados publicamente, os campeões da insolência piscaram primeiro. No debate da Record, Dilma escancarou já na entrada do saloon a decisão de fugir do tiroteio verbal que esquentou o confronto no SBT. Compreensivelmente, Aécio resolveu levar a mão ao coldre com menos frequência. Mas os fatos e a sensatez recomendam que se mantenha na ofensiva.

Foi depois do debate na Globo, o último promovido no primeiro turno, que um Aécio Neves exemplarmente combativo assumiu de vez o papel de porta-voz dos muitos milhões de indignados. A tática do coitadismo, adotada por Dilma por ordem de Lula, é mais uma prova de que a seita lulopetista está com medo. Teme que o adversário utilize toda a munição de que dispõe e faça com Dilma o que Dilma fez com Marina Silva. O clube dos cafajestes sonha com um líder oposicionista desarmado.

Sobretudo por isso, Aécio Neves tem o dever de manter engatilhado o trabuco retórico. Ele representa hoje o Brasil que resiste há 12 anos a um bando para o qual os fins justificam os meios. No domingo, o país não vai simplesmente optar entre um homem e uma mulher. A nação escolherá entre a decência e o crime, a honradez e a corrupção, o Estado de Direito e o autoritarismo bolivariano, os democratas e os liberticidas, a luz e a treva, a modernidade e a velharia.

Mais que o segundo turno da eleição presidencial, vem aí um plebiscito: o PT continua ou para? Segue colecionando delinquências impunes ou cai fora? A primeira alternativa mantém o país enfurnado na trilha do atraso. A segunda pavimenta a estrada que leva para longe do primitivismo e conduz ao mundo civilizado.

FONTE: Augusto Nunes/VEJA.


 

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