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O INDIGNADO

E O STF AMARELOU!

COMENTA O INDIGNADO:

Lamentavelmente a suprema côrte do Brasil, adia o julgamento das perdas dos poupadores em cadernetas de poupança. A espera dos brasileiros para ver ressarcidos os recursos que lhes foram apropriados indevidamente (roubo), terá que esperar por mais algum tempo. E nós que pensávamos ter um STF forte e capaz de fazer imperar a justiça desse país, estamos decepcionados. Mais uma vez, constatamos que a classe política tem força e manda no Brasil. Se não vejamos: semana passada, o presidente da Câmara Federal anunciou públicamente que não iria respeitar a decisão do presidente do supremo, no que concerne à cassação imediata dos condenados e presos do mensalão. Ora, lei é lei. Não é fita durex para se dizer que esta lei não pegou. Decisão suprema, é decisão suprema! Cumpra-se. O desrespeito é total e altamente tolerável pelos magistrados. Em um país sério, (e o Brasil não o é), o senhor Henrique Alves(presidente da Câmara), estaria preso in loco. Os Ptralhas conseguiram rapidinho um emprego(?) para o cumpanhêro " Mensalinho" Dirceu: casa, comida, roupa lavada e uma mesadinha de 20 mil 'pilas', através de um integrante de partido aliado ao Planalto da ex-guerilheira Dil-má e do ex-"marolhinha". Volto ao Brasil e constato que nada mudou; tudo como dantes no quartel de Abrantes.

TRISTE E VERGONHOSO PAÍS.ganhe dinheiro estudando

EXPLICA "MAROLINHA", EXPLICA!!!

 

 

 

 

 

 

Como disse Marcelo Madureira: “Vai demorar gerações para corrigir o mal que esse picareta fez ao Brasil, principalmente à juventude.”

É só andar pelas ruas de qualquer cidade para comprovar essa declaração.

O prolongado silêncio do mais falante ex presidente, a fabulosa participação popular nas ruas e a providencial presença do Papa, encarnação viva da maioria cristã no Brasil, referendaram o colossal clamor do: VOLTA LULA!

84% CLAMAM: VOLTA LULA!
VOLTA LULA! e traga de volta as DUAS REFINARIAS que VOCÊ DOOU para a BOLIVIA!
VOLTA LULA! e traga de volta os 1,2 BILHÕES DE DÓLARES que VOCÊ“EMPRESTOU” para HUGO CHAVEZ!

VOLTA LULA! e traga de volta os BILHÕES DE DÓLARES que VOCÊ MANDOU para CUBA, HAITI E OUTROS QUE AQUI TAMBÉM TEM CRIANÇAS MORRENDO DE ANEMIA.

VOLTA LULA! e traga de volta os 10,6 BILHÕES DE REAIS que VOCÊ EMPRESTOU para o EIKE BATISTA (SEU TESTA DE FERRO) E QUE AGORA ESTÁ EM SITUAÇÃO PRÉ-FALIMENTAR!

VOLTA LULA! e traga de volta os 25 MILHÕES DE EUROS que VOCÊ LEVOU com a ROSE para PORTUGAL
Volta Lula, e explica o MENSALÃO;
Volta Lula, e explica o fenômeno “ROSE”;
Volta Lula, e explica os 6.000 médicos cubanos;
Volta Lula, e explica a falência do SUS;
Volta Lula e explica onde foi parar a reabilitação da industria naval brasileira.
Volta Lula e explica os 4,8 bilhões gastos na transposição do Rio São Francisco
Volta Lula, e explica os 0,20 centavos mais caros do planeta;
Volta Lula e explica os 39 ministérios;
Volta Lula, e explica a falência da Petrobras;
Volta Lula e explica os 20% de inadimplência do programa eleitoral "minha casa minha vida" que os brasileiros que trabalham terão que pagar. Observe também que a taxa de inadimplência de 16% gerou a crise imobiliária de 2007 dos Estados Unidos.

Volta Lula e explica o que aconteceu com o óleo de mamona que ia ser a independência energética do Brasil.
Volta Lula, e explica, o PRE-SAL;
Volta Lula, e explica essa sua criação, o poste “DILMA” que você plantou em Brasilia...
Volta Lula e explica como você fez para nomear oito ministros do supremo, coisa que nem presidente militar conseguiu.
Volta Lula e explica porque o ministro do supremo Roberto Barroso passou a semana passada (16 a 21/9/013) tentando explicar o contrato milionário que o governo por meio da Eletronorte, concedeu recentemente sem licitação, a seu escritório de advocacia do Rio de Janeiro.


Milhões de Brasileiros estão decepcionados: O LULA ESTÁ MUDO!

Todos sabem que, se o Lula se explicar, O PT E OS ALIADOS SERÃO TRANCAFIADOS!

Por: O INDGNADO.

E LÁ SE VAI A SOBERANIA...

Oitenta entidades representativas dos movimentos sociais, com a certeza de estarem imbuídas da “vontade de defender o

s interesses da soberania da nação brasileira e de nosso povo, sobre os nossos recursos naturais”, enviaram carta a Dilma para suspender o leilão das reservas do pré-sal, previsto para o dia 21 de outubro de 2013.

Segundo elas, no momento da confirmação da existência das reservas do pré-sal, Lula retirou 41 blocos do nono leilão, contrariando os interesses das empresas petrolíferas transnacionais, preservando os interesses nacionais, e elaborando um novo marco regulatório muito melhor do que o  modelo de concessões praticado no governo FHC, especialmente sob a ótica do benefício social. No entanto, acham que o Campo de Libra seria um caso particular. Não deveria ser leiloado, mesmo através do modelo de partilha adotado, porque não seria um bloco, no qual a empresa petrolífera irá procurar petróleo. Seria um reservatório totalmente conhecido, delimitado e estimado em seu potencial de reservas em barris, faltando apenas cubar o petróleo existente com maior precisão.

Ainda segunda as entidades sociais, o desafio colocado diante de um volume tão grande de petróleo conhecido seria o de maximizar esse benefício para toda  sociedade brasileira. Isto poderia ser feito ao entregar o campo diretamente para a exploração e produção pel

a Petrobras, como previsto no artigo 12 da lei 12.351. A Petrobras assinaria um contrato de partilha com a União, com o percentual do “óleo-lucro” a ser remetido para o Fundo Social obtido por definição do governo, percentual que deveria ser bem alto, para beneficiar a toda a sociedade.

Portanto, a ANP e o Edital deveriam justificar esse leilão do ponto de vista dos interesses do povo. O MME, o CNPE, a ANP ou a EPE deveriam ter dado acesso público aos documentos explicando a perspectiva de descobertas, quanto será destinado para o abastecimento brasileiro e quanto deverá ser exportado, dúvidas que não foram esclarecidas nas audiências públicas. Mesmo entre técnicos e especialistas não haveria noção da base de calculo para chegar a um preço mínimo para a arrecadação de R$ 15 bilhões, e qual o percentual de óleo lucro a ser remetido para o Fundo Social.

As entidades reafirmaram a consciência de que as empresas transnacionais têm a intenção de se apoderarem das reservas do pré-sal e que a entrega para essas empresas fere o principio da soberania popular e nacional sobre a nossa mais importante riqueza natural que é

o petróleo. Os recentes episódios de espionagem patrocinada pelo governo dos Estados Unidos da América teriam revelado o claro interesse das empresas estadunidenses em abocanhar as reservas do pré-sal. Nessas condições, as entidades reivindicaram a suspensão do leilão do Campo de Libra e a convocação de um plebiscito para que o povo decida quem deve explorar as riquezas do pré-sal e qual deve ser o seu destino.

Nesse meio tempo, porém, ocorreu algo inusitado. A Exxon, a British Petroleum (BP) e a British Gas (BG), três das maiores gigantes da área internacional de petróleo, anunciaram que não têm interesse em participar do leilão do Campo de Libra. Além disso, das 40 empresas que a ANP esperava disputarem o leilão, somente 11 pagaram a taxa de participação. Com isso, grande parte dos argumentos expendidos pelas entidades sociais desceu água abaixo, e muita gente está sem entender o que ocorreu.

Alguns especialistas do setor dizem que um dos fatores que afastaram as petroleiras americanas e inglesas teria sido a presença obrigatória de uma operadora, no caso a Petrobras, durante exploração. O problema não seria o trabalho da Petrobrás, em si, mas o fato de que as grandes empresas transnacionais só têm interesse em entrar como operadoras do negócio. Isto é algo para o qual as entidades sociais parecem não ter dado atenção. A participação obrigatória da Petrobras subordina as estrangeiras, e as transnacionais têm horror a isso. Não é por acaso que cresce a campanha contra a interferência do Estado na economia.

Executivos da Deloitte, por exemplo, reclamam que é preciso uma flexibilização do governo em relação às regras de exploração no pré-sal, para que a “indústria” não seja prejudicada caso a Petrobrás não tenha condição de fazer frente aos investimentos necessários. Como manda o novo marco regulatório, a estatal brasileira deverá ter pelo menos 30% de participação em todos os blocos do p

ré-sal, onde será obrigatoriamente a operadora. O que foi pensado pelo governo como uma maneira de garantir a presença da Petrobrás nas grandes reservas nacionais de petróleo é visto por parte dos grandes grupos internacionais como um entrave à ágil expansão da exploração no país. Mas este é um aspecto chave do marco regulatório do pré-sal, que garante a soberania através da participação da Petrobras como operadora e como participante em 30% de todas as áreas de exploração e produção.

Outros especialistas sustentam que o afastamento daquelas transnacionais estaria relacionado ao interesse delas em outros negócios já firmados ou futuros, como a abertura do México à exploração de petróleo. Acrescente-se a isso que as empresas norte-americanas estão investindo pesado na exploração e produção do gás de xisto em território estadunidense, que exige alta (e cara) tecnologia e está causando problemas ambientais e sociais de monta, que também custam muito caro.

Os investimentos na exploração e produção do Campo de Libra não se destinam apenas a cubar o petróleo existente com maior precisão. Essa exploração e produção exige uma montanha de recursos, principalmente na criação e desenvolvimento de novas tecnologias e na elevação das antigas tecnologias a novos patamares. As transnacionais americanas (e várias outras) talvez não estejam em condições de abrir duas frentes da mesma envergadura.

Nesse sentido, o problema da envergadura dos investimentos para a exploração e a produção do Campo de Libra também é algo para o qual as entidades sociais não deram a devida atenção. Essa exploração e produção envolve um montante de recursos que, segundo os especialistas na indústria do petróleo, limita em muito a quantidade de empresas que se dispõem a participar dela. A suposição de que a Petrobras pode arcar sozinha com tais investimentos é irreal. Para obtê-los, ela teria que captar capitais no mercado financeiro internacional, cujos custos, para a saúde financeira e para a soberania do país, certamente serão muito superiores aos custos pagos a qualquer parceria internacional nas condições estabelecidas pelo marco regulatório do pré-sal.

Se a exploração e a produção do Campo de Libra ficarem por conta exclusiva da Petrobras, que não possui capital para tanto, tão ced

Do ponto de vista concreto, justamente pelo grande volume de capital exigido para a exploração e a produção do Campo de Libra, alguns especialistas supõem que a entrada das empresas chinesas pode ter afastado outros participantes. A presença dos chineses na negociação, com suas três maiores empresas estatais (China National Petroleum Corporation – CNPC, China National Offshore Oil Corporation – CNOOC, e Sinopec) tirou qualquer chance das transnacionais petrolíferas fazerem chantagem com a ANP e a Petrobras, exigio não veremos jorrar os recursos esperados para educação e saúde. E se tivermos que colocar para um plebiscito decidir sobre o leilão do Campo de Libra, sobre quem deve explorar as riquezas do pré-sal, e sobre qual deve ser o destino do petróleo extraído, ficaremos à mercê de uma pré-aprovação do atual Congresso. Com isso, certamente poderemos viver um belo movimento democrático, mas transferiremos para as calendas qualquer perspectiva de que as riquezas do pré-sal contribuam para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil.

ndo mudanças na participação da Petrobras como operadora e boicotando o leilão. Nessas condições, a entrada dos chineses, por um lado, afugentou as americanas e inglesas, mas também garantiu a presença de outras asiáticas, europeias e sul-americanas, que não pretendem ver os chineses reforçarem sozinhos seus laços com a Petrobras.

Portanto, vários fatores podem ter influenciado as surpresas relacionadas com as empresas que pagaram a taxa de participação no leilão. No caso das empresas chinesas, o fato delas terem que se unir à Petrobras como executora do projeto representa um fator favorável para elas. Como diz um especialista, elas apenas terão que acompanhar o ritmo da estatal brasileira. Todos reconhecem que elas têm o capital financeiro e estão interessadas no óleo. Mas nem todos estão abertos para o fato de que, além de garantir suprimento futuro, a China tem interesse estratégico em que, com as riquezas do pré-sal, o Brasil dê um salto em seu desenvolvimento econômico e social.

A China sabe que não pode enfrentar sozinha o declínio econômico, social e político dos Estados Unidos e da Europa desenvolvida. Para ela, a multipolaridade é questão estratégica para manter a paz e administrar os espasmos daquele declínio. Assim, sem um grupo considerável de países emergentes com economia forte, dos quais o Brasil deve fazer parte, um mundo multipolar não passará de uma ficção. Nessas condições, a decisão chinesa de colocar suas três maiores estatais na licitação do Campo de Libra foi, antes de tudo, política e, depois, econômica. É uma pena que muita gente, no Brasil, não tenha a mesma visão e não contribua para fazer com que tiremos partido dessa situação internacional favorável.

OBS:Wladimir Pomar é militante do PT.

Por: O INDIGNADO

A ORTORIDADE DA PRESIDANTA

De maneira hostil, grossa e mal educada, a Presidanta deu pronunciamento público a respeito da comparação feita pelo seu diplomata em referencia ao episódio do senador boliviano. Não é problema da Impensa, se o dito diplomata, fez cagada, O nosso trabalho é informar a opinião pública. Não somos responsáveis pelos atos de quem quer que seja, principalmente de componentes do governo. Bela punição foi dada ao diplomata Antonio Patriota: transferido para a ONU e com um custo de 17 mil dólares fora outras mordomias. Quanto ao DOI-Codi, d. Vanda, claro que a senhora conhece muito bem. afinal lá esteve presa à época de terrorista que foi. Ninguem  tem culpa se não sabe como esconder o Pinto boliviano. Respeite a nação e trate de exercer com responsabilidade as funções para a qual foi eleita.

Por: O INDIGNADO

SEM ÉTICA

 

 

 

 

O senador Lobão Filho, que se diz relator do Termo de Conduta do Senado, retirou do texto a palavra ètica, sob a seguinte alegação:" Ètica é um conceito relativo e subjetivo; aquilo que pode ser ética para os brasileiros, pode não ser para os americanos". Nos E.E.U.U. senhor senador, o buraco é muito mais embaixo. Claro, que a ética no Brasil, não permite a pena de morte, a prisão por 100 anos etc. O senhor não quer falar, o 'declaro cumprir com ética o meu mandato...", porque exerce um mandato como suplente do teu pai e, por via de consequência nunca recebeu um voto siquer. Vive 'mamando nas tetas do país'. Portanto, é mesmo dificil saber o que é ètica. O teu pai não a tem; e aquilo que não se tem, não se pode dar ou ensinar aos filhos. O teu pai junto com a Pesidanta, estão acabando com o sistema elétrico do Brasil. Salvo raríssimas exceções, o senado brasileiro é a casa dos Ali Babás. O atual presidente, é outro que tem que lavar a boca, para falar em ética, respeito e cia. Portanto, o velho ditado popular, encaixa-se perfeitamente nesse caso e nesta casa: "Quem com porcos se mistura, farelos comem". Respeite a nação e os eleitores que nunca teve. Positivamente, o senhor não tem nada disso: ética e respeito!. Pois, se os tivesse, renunciaria.

As próximas eleições têm que erradicar essa corja de canalhas, bandidos e ladrões, do nosso Brasil varonil!!!!!

Por: O INDIGNADO

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