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UTILIDADE PÚBLICA













PAIS: Cuidar não significa inverter papéis, mas zelar por eles.

Envelhecer é um processo natural, gradativo e contínuo. Mas, nem por isso, a chegada da terceira idade, aos 60, deixa de ser assustadora para boa parte das pessoas. Mesmo sabendo que o envelhecimento é o único meio de viver por muitos anos, os idosos nem sempre se conformam com as limitações físicas –e, às vezes, psicológicas– que a passagem do tempo impõe. Para os filhos, o processo também não é dos mais fáceis, já que eles se deparam com a necessidade de ter cuidados com aqueles que dedicaram a vida para criá-los.

Para a assistente social Maria Angélica dos Santos Sanchez, coordenadora do curso de gestão em saúde do idoso da PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), o filho transita mais facilmente por essa nova fase quando se recusa a acreditar numa sentença já muito difundida, a de que ao envelhecermos, viramos crianças novamente.
Pensar dessa maneira, segundo ela, leva à infantilização do idoso. "Jamais seremos pais de nossos pais. Se estivermos com 50 anos, cuidando de alguém com 80, precisamos nos lembrar que essa pessoa sempre terá 30 anos a mais de experiência", declara.
Ela reforça que o respeito deve continuar sendo a base da relação entre pais e filhos, não importa a idade. "Depender de ajuda para atividades diárias, por conta de alguma patologia, não tira da pessoa toda a história de vida construída. Mesmo nos casos em que a cognição está comprometida, é preciso respeitar, na medida do possível, a vontade do outro", diz Maria Angélica.
Isso significa que qualquer decisão a ser tomada, que envolva mudanças na vida do idoso, precisa ser combinada com ele. "A comunicação é muito importante. O ideal é conversar para entrar num consenso e não tolher as opiniões do outro. É preciso explicar os prós e contras de cada alteração na rotina", explica o geriatra Alexandre Busse, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Em casos em que o idoso não está mais apto a decidir, por conta da perda de lucidez parcial ou total, os filhos podem tomar a dianteira, mas sem deixar de respeitar a história de vida, a personalidade e os hábitos daquela pessoa.
Como regra geral, é preciso intervir apenas quando a rotina do idoso desanda. "Se o indivíduo mantém suas atividades de vida diária preservadas, sem prejuízos para o seu cotidiano, podemos considerá-lo saudável. O envelhecimento patológico apresenta, necessariamente, uma desordem cognitiva", diz a gerontóloga Sandra Rabello, coordenadora de curso de cuidadores de idosos da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
Para perceber se há ou não há um problema, é preciso observar as tarefas realizadas atualmente pelo idoso e ver se a forma de agir mudou muito.

Algumas perguntas a serem feitas são: a casa continua com a arrumação que costumava ter? Tem comida antiga na geladeira ou falta comida no armário? As caixas de medicação estão com os comprimidos usados na dose adequada? O autocuidado parece adequado? As panelas estão com marcas de queimado? Os armários ou gavetas parecem muito desorganizados?", exemplifica Maria Angélica. Vale também reparar se o familiar deixou de fazer alguma atividade por vontade própria ou por dificuldade motora ou cognitiva.

Quando as alterações são confirmadas, o melhor a fazer é levar o idoso a um médico geriatra, que fará testes para analisar as reais capacidades da pessoa, além de dar as recomendações específicas. No geral, o ambiente em que o idoso mora também deve ser pensado para não oferecer perigo. É recomendável evitar tapetes, fios espalhados e pisos escorregadios. Também vale adaptar móveis que tenham quinas ou sejam altos demais e que dependam do uso de bancos ou escadas para serem alcançados. O excesso de mobília e a iluminação fraca precisam ser, igualmente, repensados.

Os idosos que moram sozinhos precisam de acompanhamento. Porém, segundo Sandra Rabello, é preciso respeitar a independência e a individualidade deles, garantindo, ao mesmo tempo, proteção e assistência. Uma medida importante é manter, em casa, cadernos de telefones atualizados, com nomes dos principais médicos e outros profissionais que atendem o idoso, para casos de emergência, além dos endereços e telefones dos filhos.

"Também recomendo deixar em local de fácil acesso o cartão do plano de saúde e os documentos do idoso", diz a geróntologa. Outro cuidado é manter contato frequente com pessoas que estão próximas do idoso, como vizinhos ou o zelador do prédio. "Hoje em dia, existem empresas que instalam um aparelho em casa, com um botão de emergência que pode ser acionado rapidamente, em caso de necessidade. É uma medida reconfortante para os filhos e que dá segurança ao idoso que mora sozinho", diz o geriatra.

O fato de o idoso já não conseguir mais desenvolver como antes algumas atividades não deve ser suficiente para convencer os filhos de que ele se tornou incapaz de assumir qualquer tipo de tarefa cotidiana. "É errado os filhos quererem superproteger os pais. Algumas capacidades realmente diminuem pelo desuso. Mas é preciso deixar que o idoso continue fazendo o que ele sabe", diz Busse.

A dica é oferecer ajuda, mas não agir por ele, para preservar a autonomia do idoso. Assim, se ele já não consegue mais ir ao mercado, o filho pode se oferecer para fazer as compras, desde que o pai fique responsável pela lista. Da mesma forma, a dificuldade para se vestir não impede que o idoso escolha o que quer usar.

A medicação diária é um ponto que merece atenção. Para os pais que esquecem de tomar os remédios esporadicamente, a estratégia é colocar uma tabela com os horários de ingestão em um local visível, como a geladeira. Ou, ainda, separar os medicamentos em caixinhas para cada dia da semana e ligar para o familiar, lembrando-o de tomar.

"Se essas iniciativas não funcionarem, será preciso entender a raiz do problema. Muitos idosos relutam em ingerir determinados comprimidos por não estarem conseguindo engolir. Nesse caso, é necessária uma avaliação profissional", diz a assistente social. Visitas e telefonemas periódicos são fundamentais, tanto para acompanhar o estado de saúde da pessoa quanto para preservar os laços afetivos.

Cuidados profissionais:

Quando o idoso chega ao ponto de depender de outra pessoa para todas as atividades básicas, como se locomover, tomar banho e se alimentar, ou, então, diante de doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson, muitas famílias consideram contratar um cuidador profissional. A medida ajuda a aliviar a carga sobre a família. E, para Alexandre Busse, essa decisão é infinitamente melhor do que revezar os cuidados entre os filhos, quando a opção é levá-lo de uma casa para outra, de tempos em tempos.
"Isso provoca muitas alterações de comportamento, como agitação e dificuldade para dormir. O ideal é que o cuidador seja trocado, mas o ambiente permaneça o mesmo", diz. O cuidador profissional precisa ter formação no trato com idosos, o ideal é que tenha feito cursos em instituições especializadas. "Deve-se exigir qualificação, pontualidade, responsabilidade, ética, discrição e sensibilidade com o idoso", diz Sandra Rabello.
Caso a família já tenha esgotado todas as possibilidades de manutenção da pessoa idosa no ambiente familiar, há, ainda, a opção de institucionalizar o idoso. Nesse caso, o melhor é buscar uma instituição respeitada e com profissionais qualificados na área

VOCÊ SABIA



Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. 
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. 
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.

O que fazer agora?

A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.

No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado. 
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.

Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.

Era a cachaça já formada que pingava.

Daí o nome 'PINGA'.

Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'

Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.

E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

(História contada no Museu do Homem do Nordeste).

Não basta beber, tem que conhecer!





CORREÇÃO DA TABELA DO IR

 

 

 

 

 

 

Noticiou-se recentemente que o Conselho Federal da OAB vai ingressar com Ação Direta de Inconstitucionalidade pleiteando a correção da Tabela do IRPF. De fato, o quadro atual de tributação do imposto não obedece às normas constitucionais, na medida em que não se leva em conta a verdadeira correção dos seus valores.

Já o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal, lastreado em estudos técnicos que indicam defasagem de mais de 60% na mesma tabela, encaminhou à Câmara projeto de lei com o mesmo objetivo.

Justiça é dar a cada um o que é seu. Temos que dar ao Estado o que lhe pertence, não mais do que isso. Ora, a inflação é fenômeno que corrói o poder aquisitivo da moeda, com o que a não aplicação integral de seus índices à tabela provoca óbvio confisco, alcançando valores que não podem ser tributados. Confisco é vedado pelo artigo 170 da CF. Assim, o sistema é flagrantemente inconstitucional.

Quanto ao que o poder público nos deve dar em troca, é questão a ser resolvida pelos nossos representantes, especialmente no legislativo. Enquanto não escolhermos as pessoas certas e continuarmos a dar nosso voto a figuras folclóricas, notórios mentirosos ou políticos que deveriam estar presos, não teremos mais do que mulas sem cabeça ou meliantes vivendo às nossas custas.

Temos que exigir um novo sistema de tributos, a começar pelo IRPJ. E aqui o problema não é só a tabela. Os abatimentos com dependentes e as despesas com educação devem ter seus valores trazidos para a realidade. Não faz sentido, por exemplo, imaginar que se possa manter um dependente com cerca de um terço de um salário mínimo ou que exista escola privada cobrando mensalidade de menos de R$ 300. Tais valores, absolutamente irrisórios, acabam provocando outro tipo de confisco.

Quando o CTN (artigo 43) diz que o fato gerador do IR é a disponibilidade de renda ou o produto do capital ou do trabalho, bem como os acréscimos patrimoniais, deixa claro que não se pretende tributar a receita bruta, mas aquilo que resta para o contribuinte, depois de deduzidos os gastos essenciais.

Exatamente por isso que pessoas jurídicas pagam imposto sobre o lucro e nada pagam quando não o apresentam. Mas a pessoa física pode ter um grande prejuízo em determinado exercício (despesas com doenças, crimes de que foi vítima etc) e mesmo assim paga o imposto sobre o rendimento, ainda que seu patrimônio tenha sido reduzido.

Leve-se em conta, ainda, que limitar e manter abaixo da realidade os investimentos com educação do contribuinte ou seus dependentes, revela que nossos legisladores optam pela ignorância, pois qualquer pessoa com um mínimo de discernimento sabe que os investimentos (e não despesas como os iletrados afirmam) em educação provocam um imenso retorno econômico para o país. Tais valores deveriam ser incentivados, até mesmo com dedução em dobro, de forma a demonstrar o interesse público na evolução cultural da sociedade.

Se devemos exigir que o poder público reconheça nossos direitos, não podemos aceitar, de forma alguma, a prática de atos ilícitos com o objetivo de reduzir o imposto a pagar. Um péssimo exemplo disso é a utilização de recibos falsos (material ou ideologicamente) de deduções admitidas, especialmente as relativas a médicos, dentistas etc.

Com os recursos da informática hoje disponíveis, o fisco pode detectar com facilidade tais crimes e aqueles que os tenham praticado só possuem, no caso da descoberta, uma saída: pagar o tributo e seus acréscimos. Tal pagamento custa bem menos que o preço e o constrangimento de um processo criminal que pode causar dano irreparável à imagem do cidadão.

O crime contra a ordem tributária pode ser apurado através de inquérito de competência da Polícia Federal, na hipótese em que a autoridade fiscal entender que os recibos apresentados apresentarem indícios de falsidade. Não basta que o emitente do recibo declare que prestou os serviços e que recebeu por eles. Uma vez lavrado o auto de infração e esgotada a fase administrativa, não recolhido o tributo e os encargos mesmo com a inscrição da dívida, o delito pode ser objeto de inquérito.

Equivocam-se aqueles que imaginam ser o sigilo absoluto em tais casos. Ele pode ser rompido pelo Judiciário com base nos mencionados indícios e no resultado do procedimento administrativo. E, uma vez instaurado o processo penal, o contribuinte passa ser réu , podendo ser o emitente do recibo colocado na mesma condição.

Defesa em tais casos apresentam custo elevado que muitas vezes superam o valor das quantias que se discutem. Advogados que atuam na área criminal não defendem o valor da infração, mas um bem maior: a liberdade das pessoas. O valor isso é fora de qualquer tabela.

Vale a pena lembrar que um erro não justifica o outro. De nada adianta argumentar que o imposto é muito elevado, se foi cometido um crime para tentar sua redução. As questões tributárias não se resolvem com mágicas ou milagres, mas apenas com o trabalho técnico de profissionais sérios.

Fonte:Raul Haidar

 

 


VAMOS VOTAR COM RESPONSABILIDADE

O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o (financiamento eleitoral) e o (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

Informações disponíveis

A prestação de informações mesmo que mínimas sobre a atividade de seus integrantes é antes a exceção do que a regra das Casas legislativas brasileiras, como se pode verificar na tabela. Parte das Assembléias Legislativas, e a maioria das Câmaras Municipais das capitais, sequer publica as matérias (projetos de leis e outras) que tramitam. São raras as Casas que publicam como seus integrantes votaram as matérias que vão ao Plenário.


Casas Legislativas
Casa Projetos Votações Presenças Verbas Orçamento
Plenário Comissões Indenizatória Viagens Por parlamentar Per capita
Senado Sim Não Sim Sim Sim Não 41.403.181,32 17,43
Câmara Sim Sim Sim Sim Sim Sim 8.253.741,30 22,01
AC Sim Não Não Não Não Não 4.343.601,08 139,67
AL Sim Não Não Não Não Não 5.088.785,19 43,71
AM Sim Não Sim Não Sim Não 8.392.250,00 56,92
AP Sim Sim Sim Não Sim Não 4.008.753,00 140,60
BA Sim Não Sim Não Sim Não 5.666.666,67 25,32
CE Sim Não Sim Sim Não Não 6.715.630,11 36,22
ES Sim Não Sim Sim Sim Sim 4.957.000,00 41,93
GO Não Não Sim Não Sim Não 6.392.487,80 43,10
MA Sim Não Sim Não Não Não 5.511.970,83 34,84
MG Sim Não Sim Sim Sim Não 12.534.903,09 48,92
MS Sim Não Sim Não Não Não 6.416.666,67 62,16
MT Não Não Sim Não Não Não 9.687.467,83 75,59
PA Não Não Não Não Não Não 6.021.752,15 32,11
PB Sim Não Não Não Não Não 5.902.777,78 56,05
PE Sim Não Sim Não Não Não 7.270.367,35 40,19
PI Sim Não Não Não Não Não 6.758.469,37 64,57
PR Sim Não Sim Não Sim Não 7.822.878,52 40,19
RJ Sim Não Sim Não Não Sim 9.268.668,43 40,27
RN Não Não Não Não Não Não 10.185.041,67 76,42
RO Sim Não Sim Não Não Não 7.440.884,08 113,28
RR Não Não Não Não Não Não 5.413.507,92 282,35
RS Sim Sim Sim Sim Sim Sim 7.533.989,58 38,61
SC Sim Não Sim Sim Sim Sim 10.673.858,48 67,59
SE Sim Não Sim Não Não Não 6.844.445,42 78,60
SP Sim Sim Não Não Sim Não 8.534.130,23 19,29
TO Sim Não Não Não Não Não 5.981.092,13 102,47
DF Sim Não Não Não Sim Não 14.527.917,96 133,59
Sim Dados completos
Sim Precário (inconstante/em PDF, DOC ou planilhas/disperso em atas textuais)
Não Não há dados
Câmaras Municipais
Município Projetos Votações Presenças Verbas Orçamento
Plenário Comissões Indenizatória Viagens Por vereador Per capita
Rio Branco Não Não Não Não Não Não 1.137.148,50 46,51
Maceió Não Não Não Não Não Não 2.390.658,33 53,23
Manaus Sim Não Sim Não Não Não 2.396.500,00 49,70
Macapá Não Não Não Não Não Não 876.938,69 34,47
Salvador Sim Não Sim Não Não Sim 2.869.609,76 43,68
Fortaleza Sim Sim Sim Não Não Não 2.797.882,93 46,32
Vitória Não Sim Sim Não Não Não 1.593.333,33 72,31
Goiânia Sim Não Sim Não Não Não 2.166.500,00 57,53
São Luís Não Não Não Não Não Não 3.073.226,29 62,81
Belo Horizonte Sim Não Sim Sim Sim Sim 4.408.972,34 75,77
Campo Grande Sim Não Não Não Não Não 2.162.285,71 57,03
Cuiabá Sim Não Sim Não Sim Não 1.371.842,11 46,85
Belém Não Não Não Não Não Não 1.487.152,66 37,12
João Pessoa Sim Não Sim Não Não Não 1.809.523,81 51,83
Recife Sim Sim Sim Não Sim Não 2.729.729,73 65,31
Teresina Não Não Não Não Não Não 1.730.523,81 44,19
Curitiba Sim Não Sim Não Não Não 2.925.500,00 63,00
Rio de Janeiro Sim Não Não Não Não Não 7.817.269,25 62,73
Natal Sim Não Não Não Não Não 2.209.285,71 57,22
Porto Velho Não Não Não Não Não Não 1.711.121,88 62,83
Boa Vista Sim Não Não Não Não Não 1.355.236,50 65,26
Porto Alegre Sim Sim Sim Não Sim Sim 2.388.928,06 60,86
Florianópolis Sim Não Sim Sim Sim Não 2.656.921,94 99,49
Aracaju Sim Não Sim Não Não Não 1.753.301,79 57,48
São Paulo Sim Sim Sim Sim Sim Não 8.582.793,51 41,72
Palmas Sim Não Não Não Não Não 1.773.327,50 90,43
Sim Dados completos
Sim Precário (inconstante/em PDF, DOC ou planilhas/disperso em atas textuais)
Não Não há dados

 

IDEIAS DE RECICLAGEM

As pessoas hoje em dia tem pouca criatividade, gosta de comprar pronto, acha feio coisas reutilizadas, gastam fortunas todo ano para se exibir,  compram um montão de roupas,  joias, etc....,mostrar que pode. Tem pessoas que tem mais de 1000 pares de sapato, te pergunto pra que, se temos somente dois pés para usar sapato?
Antigamente a moda era usar calça jeans até ela ficar surrada, lembram disso? Quanto mais velha ela ficava, mais era curtida entre a moçada...  A gente até dizia, daqui a pouco a calça vai andar sozinha (ficava marcado o joelho de tanto ser usada)... Fora que inovavamos, fazendo recortes na boca (boca sino, utilizando sobras de outras calças), mudava a forma da cintura e por ai...Hoje em dia o pessoal compra calça toda semana, pra que?
Refrigerante e cerveja, tinhamos que trocar os frascos,  vazia por cheia, lembram disso? Não se via garrafas jogadas por ai...., pelo contrario, guardavamos para ter como comprar novamente.
Sacolas plásticas de mercado, isso não existia, cada pessoa tinha sua bolsa para carregar suas compras (ou carrinho de feira), e no mercado se usava saco de papel, que utilizavamos até ficar bem gasto.
Moveis e tvs e outras coisitas, não ficavamos trocando todo ano, usavamos ate ficar bem "velhinhos"... Hoje em dia se troca de moveis como se troca de roupa...
Enfim, a coisa mudou, e olha que não se passou muito tempo isso  tudo, e já está essa bagunça toda no planeta, imagina daqui para frente, se não houver uma freiada não sei como isso vai acabar, vamos lá pessoal, cuidem do planeta enquanto há tempo.

Paremos de sermos exibicionistas e sejamos mais conscientes!


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